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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Youth

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Ainda em digestão. 

Lindo. Poético. Lírico. De uma beleza estética a roçar a perfeição. Há planos que apetece ficar a ver durante muito tempo, de tão inesperadamente sublimes que são. Vontade de voltar lá só para os rever, já sem o olhar deslumbrado pela surpresa mas com o olhar expectante de um degustador. 

Os silêncios, a ironia, a subtileza. Os olhares. Um filme tão triste, tão delicado, tão sensível, tão profundo, tão divertido em alguns momentos. Michael Caine tem uma interpretação absolutamente excepcional, o final do filme é avassalador, e a banda sonora, de David Lang, é simplesmente genial. Uma grande vénia ao Paolo Sorrentino por este filme-poema que me deixou nas nuvens até agora.

A resolução de ir mais vezes ao cinema neste ano de 2016 (ver filmes de adultos) não podia ter começado melhor. 

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