Uma espécie de resumo
A festa foi bem boa. Acho que anestesiámos a vesícula, mesmo antes da anestesia. Éramos 10 adultos e despachámos 6 garrafas de vinho (sendo que uma das adultas está grávida e, por isso, não contou para este campeonato). Também é verdade que um ou outro adulto é do género de beber por três ou quatro, mas pronto. Brindámos a uma vesícula, coisa que nunca nenhum de nós tinha feito. O domingo foi dia de fazer Legos e ficar a jiboiar. O meu dedo, que ontem estava melhor, hoje está péssimo. Faz hoje uma semana que o parti e hoje está como se tivesse acabado de o partir. Será isto normal? Ando a evitar ir ao hospital por causa de um estúpido mindinho (quando fui com o Manel perguntei a uma enfermeira e ela só disse para eu não esforçar) mas começo a achar que se isto continua tenho mesmo de ir fazer um raio x. Na volta estou para aqui a arranjar um 31 à Sónia Morais Santos.
Esta semana vou aproveitar para mudar muitas coisas cá por casa. Perder uma colaboração, depois de ter acabado aquele livro tão trabalhoso, pode ser o momento de pausa de que precisava para dar alguma atenção a esta casa. A dona Emília limpa, é certo, arruma as coisas para não ficarem espalhadas, empilha, encosta, mas não organiza. Não decide o que vai para o lixo e o que é importante. Não cataloga. Essa é a nossa função mas, por andarmos sempre a mil, vamos chutando para canto. Neste instante, sinto que já estou carregada de tralha até aos olhos. Já não posso ver papéis, jornais, revistas, canetas, sacos e saquinhos, coisas e mais coisas. Sou uma espécie de coleccionadora de porcarias e tenho obrigatoriamente de deitar carga ao mar, antes que este barco vá ao fundo. É hoje!
Boa semana!
Esta semana vou aproveitar para mudar muitas coisas cá por casa. Perder uma colaboração, depois de ter acabado aquele livro tão trabalhoso, pode ser o momento de pausa de que precisava para dar alguma atenção a esta casa. A dona Emília limpa, é certo, arruma as coisas para não ficarem espalhadas, empilha, encosta, mas não organiza. Não decide o que vai para o lixo e o que é importante. Não cataloga. Essa é a nossa função mas, por andarmos sempre a mil, vamos chutando para canto. Neste instante, sinto que já estou carregada de tralha até aos olhos. Já não posso ver papéis, jornais, revistas, canetas, sacos e saquinhos, coisas e mais coisas. Sou uma espécie de coleccionadora de porcarias e tenho obrigatoriamente de deitar carga ao mar, antes que este barco vá ao fundo. É hoje!
Boa semana!

sonia.morais.santos@gmail.com