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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Um personal trainer à distância

Quando fiz a reportagem sobre a moda da corrida, para a Notícias Magazine, conheci um personal trainer muito reputado no Porto, a quem pedi, para a reportagem, que fizesse um plano de treino para iniciantes. Chama-se Nilton Bala, é brasileiro e, desde então, mantivemo-nos em contacto. De tal modo que ele quase se tornou no meu PT à distância. Bom, PT talvez seja exagero mas... vá, o meu motivador à distância. Está sempre a perguntar se treinei, se corri, se dei o máximo, se vou à próxima corrida. Ontem, quando lhe disse que não corria há mais de 2 semanas e que caminhava a passos largos para a obesidade, exclamou: «Não pode, atleta! Não pode! Tem de dar o máximo! Amanhã vai correr!»
Não me largou enquanto não lhe disse a que horas ia correr hoje. Disse que ia às 16h. Pois então, às 15.15 lá estava uma mensagem dele no meu telemóvel: «Minha atleta! 16h corrida. Boa sorte, não dá mole! Já sabe: só vai dar você! Estou com você em pensamento.»
Ora digam lá se isto não é uma maravilha? Se eu estivesse no Porto, era certinho que o contratava! Claro que fui correr. Como não? Fui mesmo. Sobre esse triste momento... dou conta já de seguida. É que agora tenho uma filha a implorar para brincar (outra vez) às mães-e-às-filhas-que-tomam-chá-e-fazem-bolinhos-e-a-seguir-é-aos-médicos-e-depois-desenhamos-no-quadro-e-ai-pá-mãe-tem-que-ter-paciência.

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