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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Sofrer, sofrer, sofrer

Às vezes, quando vejo o sofrimento do meu filho Manel no fim de mais um jogo do Sporting, quando lhe vejo as lágrimas nos olhos, fico zangada com o pai dele e com o avô, que lhe passaram este amor leonino que é um amor que parece ser só feito de dor. Como aquelas relações doentias em que um dos lados dá porrada no outro e não telefona e não diz «Amo-te» e o mal-amado continua ali, de pedra e cal, com nódoas negras no corpo e na alma, mas sem desarmar e garantindo que o outro até o ama, «à sua maneira».
Oh que caraças de herança esta. Até quando só tristeza?
Uma coisa é certa: ser sportinguista é receber uma profunda lição de persistência que, aplicada ao resto da vida, pode até ser útil. Isso e saber lidar com a frustração.
(ou então sou só eu a querer encontrar vantagens nisto de se perder sempre)

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