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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Sismo...zinho

De repente, o meu telemóvel enche-se de mensagens a perguntar se mais alguém sentiu a terra a tremer.

Não senti nada.

Logo eu, que sinto sempre (mesmo quando não tremeu nada e só eu é que senti e juro a pés juntos que o Instituto do Mar e da Atmosfera ainda há-de vir confirmar - e não vem). 

Ligo a televisão num canal que aprecia estar em cima de tudo o que é potencial desgraça.

Choro a rir com a pivô (de quem gosto muito), a perguntar às pessoas o que estavam a fazer no momento em que sentiram o sismo e dou por mim a tremer (agora sim) com as possíveis respostas. "O que estava a fazer no momento do sismo, Adelina?", "O que estava a fazer no momento, José?" Uiiii, que perigo esta pergunta em directo. 

De seguida, perguntas em busca de danos: "Partiu-se alguma coisa aí em casa?" As respostas, sucessivas, a desanimar: "Não, não. Nada". 

Nada?

Nada.

"Nada caiu? Ninguém se magoou?"

Não, não.

Ah... Quanto tempo demorou?

Pouco.

Hummm.

 

Vidas lixadas. A minha solidariedade. 

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