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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Sempre a abrir

Sábado começámos por uma festa de aniversário em modo piquenique. Logo às 11h. Antes ainda foi preciso comprar o presente do aniversariante (ah, como somos tugas no que respeita a realizar tarefas com antecedência…), passear o cão, despachar a malta. Chegámos às 11.30, claro.
Bolo feito pela mãe do aniversariante, que está uma croma pasteleira



Não ficámos até ao fim da festa (mas até aos parabéns, sim - PARABÉNS VASCOOO!), e voámos para a casa da minha mãe, que também tinha convidado o meu pai e a minha madrasta para almoçar uma sardinhada. Foi uma rambóia tão grande que até o meu pai acabou vestido e calçado dentro da piscina. Na verdade, ele estava mesmo a pedi-las. E até consegui tirar-lhe a carteira, o telemóvel e as chaves do carro dos bolsos antes de o lançar à água, com a desculpa de que os miúdos estavam a molhá-lo imenso e podia encharcar os pertences. Depois… foi só esperar pelo momento certo e… splash! Rimos até doer a barriga. Ele também riu e acabou por vestir uns calções emprestados e passar a tarde aos saltos com os netos, na parvoeira total.
Depois do almoço, e enquanto as "crianças" se divertiam dentro de água, pus-me a rever caixas de fotografias antigas. Ui… aquilo é que foi viajar no tempo! Encontrei milhões de tesourinhos, nomeadamente de colegas de universidade que hoje são distintos professores universitários e analistas políticos. Ganharia uma boa massa em troca - muahahaahahah! 
Esta que aqui deixo em baixo encheu-me de ternura. Eu e a minha grande amiga Madalena, a amiga mais antiga que tenho (a nossa amizade já dura há 37 anos).
Ao final do dia viemos embora porque tínhamos um jantar com amigos.
Acabei a noite de rastos, que esta correria sabe-me bem mas sai-me do pelo.

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