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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Sábado em família

No sábado a Mada teve uma festa em Negrais, às 9h da manhã. Confesso que estive tentada a dizer que ela não ia para poder rebolar na minha caminha mais um bocado mas depois não tive coragem. Mas, se é verdade que custa muito levá-los a festas tão cedo, também é certo que assim o dia rende mais. Acordei às 7.45, peguei em mamãe, fomos levá-la à festa em Negrais e seguimos para a Ericeira, para tomar o pequeno-almoço. Tão bonita, a Ericeira. Sempre bom voltar.

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Seguimos para a Assafora, onde fomos fazer uma surpresa a uns amigos, e depois fomos buscar pequena Mada, toda vestida à tropa, acabadinha de sair do paintball, feliz como sempre fica quando há actividades destas. Ao mesmo tempo, o pai levava o Mateus à Patrulha Pata. Coitadinho, isto de ser o último faz com que só vá a estes espectáculos quando o rei faz anos. Mesmo assim, já foi ao Festival do Panda e à Patrulha Pata, nada mal (agora já só vai ao Urban, quando tiver idade para isso).

Já em Lisboa, encontrámo-nos no Parque das Nações para almoçar. Eles já tinham saído do espectáculo, andavam a ver uma exposição da Protecção Civil e o Mateus a aproveitar para entrar em tudo o que era veículo e a ligar as luzes e as sirenes. E depois ainda foram andar de teleférico - ena, programinha mais bom entre rapazes!

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Andávamos há que tempos para experimentar o Quanjude (que já faz um ano!) e foi desta. Para começar, uma breve explicação sobre o nome. O nome Quanjude remonta a 1864, na era da Dinastia Qing, quando Yang Quanren, um vendedor de galinhas e patos da Praça Tiananmen decidiu abrir um restaurante especializado em pato assado. Com o passar dos anos o restaurante apostou em criar uma receita de pato assado para servir a família imperial. A receita tornou-se um sucesso sendo posteriormente democratizada para toda a população. Actualmente, o Quanjude é uma prestigiada cadeia de restaurantes na China e chegou no ano passado a Lisboa (primeira cidade da Europa onde se instalou).

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O Quanjude tem um Pato à Pequim absolutamente divinal. Ficámos tão bem impressionados que até fui à procura de informação e fiquei a saber que este prato/pato leva três dias a preparar (3 dias!) e é assado no forno de tijolo que fica bem à vista da sala de refeições. Ou seja, é mesmo feito segundo a receita tradicional. Não admira que seja tão bom!

Pedimos uma variedade de pratos, para experimentar um pouco de tudo. Já percebi (à posteriori) que devia ter provado o Ovo Mil Anos mas pronto, fica para uma próxima visita. Comemos frango com caju, vitela com cogumelos e cebola, frango frito, porco agridoce, sopa picante e já não sei se mais alguma coisa. Estava tudo muuuuito bom! Sem dúvida que vamos voltar, ainda para mais sendo tão perto de casa, e gostando nós tanto de comida chinesa. Aproveitem que, até ao final de Novembro, e para comemorar o primeiro aniversário, o Quanjude está a oferecer as sobremesas!

 

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