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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Sábado em Aveiro

Era o almoço de aniversário da minha irfilha.
Acordei (como sempre desde que o Mojito entrou na nossa vida) às 7h para ir com ele à rua. Saio sempre descabelada, quente da cama e a tropeçar nas coisas (e a praguejar, confesso). Andámos uma hora na rua, ele fez o que se esperava depois da barrigada de ameixas que roubou à minha sogra na véspera (coitadinha, tão triste que ficou, trouxe as ameixas todas que a ameixoeira da quinta deu e o bandido devorou todas), voltei para casa, tomei o pequeno-almoço, deitei-me "só um bocadinho" e… pufff. Apaguei. Acordei às 10.45 em sobressalto. Era tarde, tardíssimo, vamosemboraaaa pessoaaaaaas!, e tudo num virote a tomar banhos e a vestir à pressa. Ainda tínhamos de ir à Paez comprar a segunda parte do presente (um par de Paez para ela e outro igual para o João).

Quando chegámos a Aveiro, chovia picaretas. Fomos a correr para o restaurante e apanhámos logo uma molha valente. Damne it! Raio de dia. Depois do almoço, a minha irmã sugeriu que fôssemos até à Costa Nova. Olhámos uns para os outros, meio desanimados. Costa Nova é praia, e a chover… não dá vontade de nada. Afinal, chegámos e estava um dia de sol. Cumpriu-se aquilo que se costuma dizer: quando está mau em Aveiro, está bom na Costa Nova, e vice-versa. E, surpreendentemente, passámos uma tarde incrível de praia, de onde só saímos às 19.30. E sem vento!
Adoro esta minha gente!







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