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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

RIR

Fomos no sábado e no domingo. Gosto tanto deste festival. Gosto de andar a explorar tudo, gosto de encontrar pessoas conhecidas, gosto do ambiente de festa que se vive, gosto da organização, gosto de imaginar a máquina gigantesca por detrás daquilo tudo, gosto dos concertos propriamente ditos, mesmo os que não são muito a minha cena, porque gosto de música, gosto de ver como se mexem em palco, gosto dos jogos de luzes, gosto das cervejas que ali até parece que sabem melhor.

No sábado chegámos tarde porque o Ricardo tinha ido votar na Assembleia Geral do Sporting, e adorei Muse. Que concerto do catano! Os tipos são tão bons! Ontem fomos mais cedo, ainda tivemos oportunidade de ir jantar ao Time Out Market que foi montado no RIR, conseguimos estar sentados (o que é uma raridade, porque aquilo enche mesmo!) e depois... Bruno Mars. Foi brutal. O homem levou bailarinos, fogo de artifício, o homem cantou, dançou, saltou, falou português, sentou-se, levantou-se, deu palco a um dos músicos para fazer um solo de piano, e pôs o pessoal todo a cantar os seus hits: Versace on The Floor, Marry You, When I Was Your Man, Locked Out of Heaven, Just The Way You Are, entre outras. Para o encore, Uptown Funk. 

Eu punha uma foto, mas estava tão longe que não merece a pena. 😂 Ainda assim, contrario aquelas pessoas que acham que só faz sentido ir mesmo lá para a frente, para ver tudo. Cá atrás não está tão apertado, nem tanta confusão. É certo que para ver valeu-me um ecrã perto de mim. Mas a envolvência, estar ali a cantar a uma só voz, entre 85 mil pessoas... não me lixem. Não é o mesmo que estar em casa. Em casa pode ver-se melhor. Mas ali... ali é outra emoção!

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