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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Reencontro no Palace Market

O primeiro sítio onde trabalhei foi no Grupo Fórum e, logo depois, foi a Rádio Clube de Sintra (RCS). Não gostei do primeiro, adorei o segundo. Na RCS fui editar noticiários, o que, para uma recém-licenciada, foi um susto dos diabos, mesmo que fosse numa rádio pequenina, que na altura funcionava num apartamento de um prédio, e cujo isolamento dos estúdios era feito com o recurso a caixas de ovos. Os meus chefes eram a Raquel Silva e o Paulo Parracho, um casal que me "adoptou" e que me tratou tão bem que eu nunca mais os esqueci. Estive pouco tempo na rádio porque entretanto comecei a trabalhar ao mesmo tempo com o Pedro Rolo Duarte em vários projectos e ele convidou-me para trabalhar com ele também na Rádio Comercial, onde tinha um programa semanal. A despedida foi custosa porque criámos laços fortes num instante, e aquele foi sem dúvida um sítio onde aprendi muito e onde fui feliz.

Ainda os fui visitar uma ou duas vezes lá à rádio, mas depois a vida seguiu o seu rumo. Com o Facebook retomámos contacto mas nunca mais nos tínhamos visto pessoalmente. Até sábado passado. A Raquel tem agora uma marca de roupa (C'est Chic, by Raquel) e estava no mercado do Palace Market, este sábado (não fazia ideia mas é um mercado que funciona uma vez por mês, na Associação Comercial de Lisboa, em frente ao Coliseu). Prometi que ia lá visitá-la. E fui. Demos um grande abraço, pusemos a conversa em dia e ainda lhe comprei uma camisola (que entretanto estraguei com o ferro, mas já está na costureira para ver se remedeio - quem me manda a mim...). 

O Palace Market é uma perdição. Desgracei-me com dois pares de brincos da Sopro Jewellery (liiiiindooooos) e trouxe ainda uma camisola para a Mada, e uma camisa para mim, da CHG. Depois disto, saí dali a correr, de olhos postos no chão, para não me desgraçar mais. 

A próxima edição do Palace Market é no dia 25 de Março. Vou ver se não cedo à tentação de lá ir espreitar. A carne é fraca. 

(quanto ao resto... adorei reencontrar a Raquel. É uma força da natureza, com uma história pesada para contar e sem vestígios do peso da sua história no olhar. Conheço algumas pessoas assim. Adoro-as a todas)

 

 

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