Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Quem não tem cão...

Não está fácil, pessoas. Não está fácil.
Infelizmente não posso internar-me num hotel com SPA, pelo menos enquanto ainda houver gente doente aqui por casa. Sou precisa. Por isso, tenho urgentemente de arranjar alternativas para combater este cansaço e este stress acumulado. Hoje a ver se vou correr com os meus Skechers novos, estes próprios para correr, oferecidos pela minha querida S (quem tem uma amiga assim tem tudo).

A seguir, a ver se vou à Del (o tal sítio, aqui na Expo, onde fiz as unhas de gel), fazer uma massagem de relaxamento. Não é propriamente um spa, mas já deve dar para me tirar as toneladas que tenho em cima dos ombros. 
Nada do que se passou ou está a passar tem a gravidade de muitas histórias que conheço de perto. Nadinha. São coisas, maçadas, afliçõezinhas, merdices. A Mada esteve internada, é certo, mas foi uma coisa ligeirinha. O Tim está doente, é certo, mas não é grave... O telefonema de ontem vai trazer-me problemas e uma gestão emocional intrincada, mas passa. São ceninhas. E eu sei que se houvesse cancros e cataclismos maiores o meu corpo reinventava-se e encontrava forças para aguentar - como quase todos os corpos, como quase todas as almas. Era o que eu dizia ao Ricardo, quando a Madalena saiu do hospital: «Eu sei que se ela tivesse de ficar internada 1 ano, 2 anos, eu aguentava forte e brava. Tenho a certeza disso. Mas hoje, que ela saiu, só me apetece desmoronar, como se já não aguentasse nem mais um minuto.»
A gente aguenta tudo, pessoas! Mas também nos vamos abaixo das canetas. E por isso hoje vou tentar tratar um bocadinho de mim. Até porque, com as coisas malucas que me acontecem, nunca se sabe que forças terei de arranjar para o que me espera ao virar da esquina.

23 comentários

Comentar post

Pág. 1/3