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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Quando for grande quero ser

Foi hoje a ante-estreia, no Tivoli. Gostei tanto. Tanto. Numa altura em que os professores parecem ser tratados como profissionais de 5ª categoria e a escola tem cortes de meter dó, foi reconfortante ver uma peça em que a importância da escola é sublimada em cada cena. Só foram o Martim e a Madalena (o Manel ficou a estudar) e até ele, que estava com aquela cara de quem já é muito crescido para aquilo, acabou a confessar que gostou muito.
A peça tem imenso ritmo, eu entrei cheia de sono e a achar que ia adormecer (como por vezes me acontece em filmes ou peças infantis) e, afinal, qual quê? Impossível. Havia sempre coisas a acontecer, não houve momentos mortos, e passou-me o sono que foi uma beleza.
Amei a música - quero muito o CD, espero que venham a vender, como de outras vezes -, parabéns ao Dino e ao Nuno Pires. Parabéns à Clivia Cohen, responsável pela cenografia e adereços (a parceria com a LEGO fez com que tudo fizesse lembrar os legos, das casas às personagens). Enfim, parabéns a toda esta fantástica equipa, tão bem liderada pela Ana Rangel.
Vão por mim, que eu não vos engano: esta peça vale mesmo a pena!

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