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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Plantar a semente em terra pouco fértil

Enquanto estiveram em casa dos meus sogros, os miúdos rezavam todas as noites, antes de irem dormir. Deve ser um dos grandes desgostos da mãe do meu marido, ter uma nora que não acredita em Deus e que não educa os seus netos na religião católica. Por isso, sempre que está com eles, aproveita para espalhar a Palavra, para plantar a semente. A ver se pega.
Ontem decidi deixá-los à vontade:
- Meninos, se quiserem continuar a rezar, quando forem para a cama, podem continuar! A mãe não se importa, como é evidente... Se isso vos fizer sentir bem acho que devem fazê-lo. Até acho bonito...
Diz o Manel:
- Ó mãe, eu até me sinto bem a rezar pela minha família, a desejar coisas boas para todos... mas sei que ninguém me está a ouvir. É um bocado como estar a falar para o boneco.

(hummm... quer-me parecer que a minha querida sogra vai precisar de muito adubo nesta pequena planta já a querer murchar para a fé)



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