Na Kidzania com os meus três filhos. E a constatar que provavelmente será a última vez para o Manel, que oscila entre querer muito gostar e começar a sentir que isto já não é bem para ele. Vejo o conflito interno estampado no olhar. Queria tanto vir e agora é como se compreendesse que algo mudou, e seguramente não foi a Kidzania, que está na mesma desde a última vez. Crescer pode ser surpreendente. E pode doer.
Sónia, só consegui ler hoje a reportagem dos sem natal... amei. Já sabia que ia amar. Embora depois da reportagem da Páscoa tenha que suar muito para se auto-equivaler(isto existirá?). Ainda assim, muito bom lembrar quem tem um natal assim, em letra minúscula. Parabéns! Um beijinho! Eu adoro aquela revista que, não sendo de bancada por si só é do melhor que se faz por cá! E sou parva o suficiente para já ter enviado um e-mail à Catarina a dizer isto e a dar-lhe os parabéns e a dizer que adoro o cabelo dela, de morte! E ela respondeu-me! :)
Pode doer mesmo! Lembro-me quase como se fosse hoje quando me apercebi que os meus Pais, afinal, não sabiam tudo e que eu até podia pensar - e passei a pensar muitas vezes - de forma diferente da deles. Custou-me imenso, aperceber-me, que afinal, o que eles diziam podia não ser uma verdade universal!
aconteceu-me quando me apercebi que gostava de receber roupa no Natal e que já não me levantava feliz da vida às 7 da manhã para ver os desenhos animados, sendo que quando era pequena dizia que nunca iria gostar de receber roupa e que iria sempre levantar-me para ver os desenhos mesmo que fosse crescida...cresci