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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Para mais tarde recordar

Como andei a mexer nos álbuns para ver as fotos do Manel acabado de nascer, o Martim pediu para ver o seu álbum. Mostrei. Ficou derretido, como se precisasse da confirmação das fotos para saber que lhe demos tanto mimo como damos à irmã pequena. Folheou as páginas e vislumbrou-se, minúsculo, a tomar banho, a mamar, com uma chucha, a dormir, a berrar, a gatinhar, ao colo, a comer papa, a ensaiar os primeiros passos. Leu o que escrevi, «Sou tão querido... sou tão fofo», entre outras baboseiras típicas de mãe babada, e enterneceu-se. Depois, perguntou: «A Mada não tem álbum, pois não?»
Glup. Pois não. Ainda não. Aliás, o álbum do Martim acabou mais cedo do que o do Manel. E a Mada ainda nem sequer tem. Repare-se que os meus álbuns são qualquer coisa de especial, com a história toda e desenhos e fotos recortadas e eu sei lá o que mais. Falta-me definitivamente o tempo para os fazer. Mas vou ter de o arranjar... sob pena de ter uma filha tristíssima, daqui a alguns anos, a perguntar se gosto menos dela do que dos irmãos.

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