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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Óbidos

Estava muito calor. Demasiado calor. E eu sem poder comer chocolate. E o Ricardo idem. E muita gente. E calor.
Ao almoço pedimos, de entrada, umas gambas ao alhinho e chocolate, naquela de experimentarmos uma coisa exótica. Não foi bom. Não foi mau. Foi só.... parvo. E um bocadinho mau também, vá, as verdades são para serem ditas. Só de olhar para a imagem... parece que o meu fígado dá três mortais encarpados.

O resto do almoço decorreu sem invenções. Ah, mentira. O Manel pediu salmão com chocolate (blhéc) e gostou. O resto do pessoal (nós e a minha mãe) comeu peixinho grelhado, sem parvoíces.
Depois foi passear. Os miúdos comeram algumas chocolatices, mas os adultos portaram-se como uns heróis e só se ficaram pela ginja com copo de chocolate. Foi o pecado a que me permiti. De resto, foi o que disse: calor, demasiado calor. E muita gente. E duas senhoras a reconhecerem-me e a serem umas queridas, com elogios rasgados ao cocó. E depois foi vir embora, com a promessa de uma visita a Óbidos sem chocolate. Gostamos mais dela ao natural.



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