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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

O amor não se mede aos palmos

Há muita gente a dizer que só falo na Mada. Que parece que só tenho uma filha. Que a diferença do número de posts é abissal. Pois é. A questão é que a Mada está na fase amorosa cutchi-cutchi. Na fase da descoberta da vida, na fase das pérolas que lhe saem pela boca fora. Fase que também já os irmãos tiveram. Aquela fase em que todas as crianças são geniais.
Já os manos estão noutras fases. Em que aquilo que dizem revela já muito da sua maneira de ser e de pensar. Na fase em que já são indivíduos, com alguma autonomia, com vontades, desejos, amigos, embaraços. Tenho escrito cada vez menos sobre eles justamente para salvaguardar a privacidade das suas vidas, das suas palavras, dos seus pensamentos. As coisas maravilhosas que dizem ficam cá entre nós.
O post sobre a pontinha da adolescência que o Manel revela, de dia para dia, foi uma dessas excepções. Porque, na verdade, não revela nada de mais. Revela aquilo que todos nós já sabemos: aproximamo-nos a passos largos dessa idade difícil. E é tudo.
Quanto ao meu amor pelas minhas crias... é indiscutivelmente do mesmíssimo tamanho. A Mada é a princesinha mas não roubou nem um milímetro do meu amor pelos príncipes. Mesmo que não fale deles tanto como falo dela.

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