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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

O almoço/lanche/jantar de ontem

No restaurante Estoril, a mulher do dono recebeu-nos com aquele sorriso típico destas gentes de Bragança. É assim um sorriso de quem gosta mesmo de ver chegar alguém, de quem abre as portas e os braços e faz questão de servir com brio e alegria. Pedimos desculpa por ainda ser tão cedo - na verdade ainda não eram 19h. A senhora puxou uma mesa para junto de um aquecedor e trouxe pão, queijo e azeitonas. E depois perguntou se podia ser costeleta. Nós, que íamos cegos por uma posta mirandesa, quase fizemos beicinho. "Oh… não tem posta mirandesa?" Ela tornou a sorrir e explicou que o costeletão era a mesma coisa, só que com um bocadinho de osso, até sabia melhor. E nós comprámos. E então veio a pergunta, embaraçosa:
- Uma para os dois ou uma para cada um?
E nós, esfaimados, em jejum há 11 horas, ficámos sem saber o que responder. Como se lesse nos nossos olhos, antecipou-se:
- Trago-vos uma entradinha: uma alheira. E depois, se calhar, dividem a carne. Que uma para cada um é capaz de ser muito. Mas se virem que, ainda assim, ficam com fome, depois trazemos outra.
Assentimos.
E ainda bem.
Porque o costeletão que veio, para dividirmos, era este:

Não brincam em serviço, os brigantinos! Só assim se combatem os rigores do inverno. Só assim se alimenta quem trabalha no duro. :)

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