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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Noitada

O jantar de ontem não podia ter corrido melhor. Fãs como somos do Olivier e sabendo que o Yakuza rumou até ao Algarve, marcámos mesa no Pine Cliffs (Praia da Falésia) e lá fomos os quatro, cantando e rindo. Não podíamos ter ficado mais contentes quando vimos que quem nos ia servir era o Rafael, de quem tínhamos gostado tanto na nossa última incursão pelo restaurante, em Lisboa. Não só se lembrava de nós como até se recordava do vinho que pedimos da última vez! Quando o ouvi perguntar se íamos voltar a querer Malhadinha branco nem quis acreditar. Não há dúvida de que ter um funcionário assim faz toda a diferença. E o Olivier sabe rodear-se de gente como deve de ser (no restaurante da rua do Alecrim, por exemplo, conheço aquelas caras há anos). Adiante.
A comida não podia ser melhor. A sério. Aquela mistura de sabores parece que vai directamente ao cérebro e explode, como fogo-de-artifício. Até o nosso amigo N., que odeia comida japonesa e fez o favor de nos acompanhar (a picanha de kobe no menu era a sua salvação), experimentou algumas coisas e ficou pasmado: «mas... mas... eu gosto!» Pois. Quando é realmente bom... difícil é não gostar.







No final experimentámos uma espécie de fondue japonês, umas couves e umas massas e uma carne cozinhada ali na mesa, mas... confesso, não amei. Aquele sushi, aquele sashimi e aquele frango do demo não podem ser secundados por mais nada a não ser por um belo collant de chocolate. 

Depois do jantar dirigimo-nos ao Seven, a discoteca de que se fala este ano. À entrada, começámos a temer que não fôssemos propriamente o target do spot. O porteiro pedia sucessivamente as identificações aos jovens imberbes que estavam à nossa frente e muitos tiveram de meter a viola no saco, dar meia volta, e ir crescer mais um bocadinho. Quando chegou a nossa vez, o porteiro sorriu: «Acho que não preciso de vos pedir a identificação». Nós rimo-nos: «Peça lá, faça-nos esse elogio...». Quando entrámos... era o deserto. Eram duas da manhã e o Seven estava às moscas, como se pode ver na fotografia em baixo. Me-do!
Fazia lembrar as festas do liceu, um enorme e vazio espaço no meio e imensos miúdos sentados em redor. Não sei se a coisa arriba mais tarde, o que sei é que estava desolador. Na parte ao ar livre estava um pouco mais animado mas era só malta teen e aqui os cotas começaram a sentir-se os tios do pedaço. A cada miúdo que passava sentíamo-nos mais velhos e com dores nas cruzes. Decidimos então dar corda aos sapatos e ir até ao Água Moments, mesmo ao lado do nosso hotel e que parecia estar a bombar. E estava, oh se estava! Cheio de gente, muita malta da nossa idade, música boa, upa, upa. Hoje é a festa dos 80's e lá vamos nós outra vez. Yeah!

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