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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Natal: da alegria aos despojos

Foi cá em casa, o Natal. Éramos 20. À última da hora estivemos para ser 19, que uma prima ficou escarlatinosa (contagiada pelo filho) e com medo de nos pegar a todos. Mas lá veio e ainda bem, que isto não seria a mesma coisa sem ela. Panelões gigantes cozeram couves e batatas e bacalhau. Houve rabanadas e sonhos e um monte de coisas boas e que ficam toda uma vida nas coxas. Houve jogo de Pictionary aldrabado, em que cada um desenhava num quadro gigante para que os outros tentassem adivinhar. Houve um Pai Natal a tocar à porta, todo equipadíssimo com cabelo, barba, sobrancelhas e bigodes brancos, com óculos redondos, com um fato encarnado e uma enorme barriga, tudo comme il faut. Ainda assim, o Martim disse logo «Ah, eu sei quem é!» e eu tive de lhe pôr a mão na boca para que nem a Mada nem o Vasquinho percebessem que uma das primas também é o velho das barbas, por esta altura do ano. Foi um Natal cheio de emoções, umas más, outras boas, outras excelentes. Tive a minha irmã e o meu cunhado comigo e gosto tanto de os ter por cá.

 
Agora a casa está de pantanas, apesar de já ter arrumado como uma condenada. É muito giro fazer o Natal em casa. O pior é o day after.
Um minúsculo pedaço do corredor, tipo feira da Ladra

Uma pequena parte da sala, tipo... caos
 
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E pronto. Agora estou como disse no último post. Como que esvaziada. É muito preparativo para pouco usufruto. Digo eu. Para o ano há mais. Espero eu. Feliz Natal (ainda).

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