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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Não vivo numa casa. Vivo numa espécie de hostel

Gosto desta casa em que nunca se sabe bem quem entra, quem sai, quem está. À hora do almoço, por exemplo, quando oiço a chave na porta não sei se é o Ricardo, se é o Manel, se é a D. Emília. O almoço é feito sempre na perspectiva de poder comer mais um, ou dois. Ao fim do dia, a minha casa é muito mais uma residencial do que uma casa. Entra o Martim. Entra o Manel. A seguir vem a Madalena e o Mateus. Sai o Manel para a explicação. Sai o Martim para a guitarra. Podem chegar amigos de um ou de outro. "Está cá o Manel?", pergunto eu, porque já perdi a conta. O Manel não responde. "O Manel já saiu para a explicação", relembra a D. Emília. Chega o Ricardo. Sai a Madalena para o atletismo. Sai o Martim para passear o Mojito. Entram todos os que estavam fora. E o jantar começa, na algazarra costumeira.

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