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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Não respire

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"Há palavras que se tornam estigmas, condenações, tabuletas na testa de quem subitamente é forçado a viver com elas. Mais de 30 anos a viver com elas. Mas de 30 anos de jornalismo a conviver todos os dias com palavras e os seus significados, podem ainda assim deixar de fora esta ideia, na premissa de que as palavras são todas iguais. Não são e essa foi a primeira surpresa que tive."

 

Este livro começou a ser escrito no momento em que o Pedro acordou com uma palavra a mais na sua vida. A palavra cancro.

Foi escrito no ano mais difícil da sua vida mas não é um lamento - o Pedro não era pessoa de lamentos. É um retrato de um combate, é a recordação de uma vida, é a constatação de que o cancro pode tê-lo levado mas a última palavra é a sua. Ele pode não estar cá fisicamente mas está nos livros que escreveu, no magnífico trabalho que fez, no contributo que deu para o jornalismo, no filho extraordinário que deixou, e na vida de todos os que o amavam. 

 

Dia 21 de Maio, às 18h, no Museu da Electricidade, o Miguel Esteves Cardoso, o João Gobern, o Edson Athayde e eu vamos apresentar este livro. Estou certa de que ele gostaria muito que todos os que gostavam dele, fosse pessoal fosse profissionalmente, estivessem presentes.

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