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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Nadar, pedalar, correr

Este sábado pedalámos da Guia, em Cascais, até ao Cabo da Roca e voltámos. 

Nunca na minha vida imaginei que pudesse subir tanto, sem ser num veículo motorizado.

Nunca, como desde que me meti nisto de fazer maratonas e agora triatlos, cuidei ser capaz de tanto.

Talvez tudo isto tenha como ponto de partida a autoestima. Talvez tenha sentido prazer genuíno nisto de sentir que consigo alcançar coisas que nunca julguei possíveis, pela simples razão de nunca me ter julgado capaz de grandes coisas. Ou então não. E é tudo fruto apenas e só de estar rodeada de malucos que querem sempre mais, chegar mais longe, mais depressa, fazer mais coisas, agora correr, agora nadar, agora pedalar. 

Não sei se vou fazer o Half IronMan em Setembro, porque é muito, são muitos quilómetros e serão muitas horas a obrigar este corpo cansado a um esforço intenso. Não sei se me apetece correr 21 km debaixo de um sol que imagino abrasador (dia 3 de Setembro), depois de ter pedalado 90 km e nadado 1900 metros. Correr uma meia maratona por volta da uma da tarde é algo que, só por si, já me parece cruel, quanto mais. Estou inscrita mas não sei. 

Até ver, estou a treinar para isso. Pela simples razão de que me está a dar gozo. Mesmo que não faça a prova, os treinos estão a ser um desafio. E acho que vocês já sabem como me pelo por desafios. 

O resto, logo se vê.

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