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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mojito volta a atacar

Tem-se portado tão melhor que nem tenho dito nada, com medo de estragar.
Ha duas semanas que não fazia xixis ou cocós em casa.
Tem acordado às 7h, que sempre é melhor que às 6h, e temo-lo deixado chorar um bocado para só ir à rua quando estiver calado (para não associar o seu choro à recompensa da rua).
Tem corrido tão bem.
Hoje então foi incrível. O despertador tocou às 8h, antes de qualquer ganido do Mojito. Nem queria acreditar. Fiquei em silêncio e, às 8.30, achei que tivesse morrido. Mas não. Acordou com as nossas movimentações e apressei-me a levá-lo a rua. Chovia torrencialmente. Mas torrencialmente mesmo. Eu com um impermeável mas as calças e os ténis ficaram logo ensopados. O Mojito, feito lord, não apreciou, que isto é um rafeiro com a mania. Olhou para o céu, incomodadíssimo. E passeou cabisbaixo, sem fazer absolutamente nada. Demorei-me. Voltei aos sítios onde habitualmente faz. Nada. Quando passámos à nossa porta, sentou-se, como que a dizer "já parávamos com isto e íamos para casa, não?" Não liguei. "Ainda não fizeste xixi nem cocó, lamento se estás encharcado, despacha-te e já vamos". Acho que não percebeu. Talvez tenha de ter aulas de português. Não fez senão um micro-xixi para amostra. E viemos para casa.
Agora estava na sala e comecei a sentir aquele perfume inconfundível. Cheguei à cozinha e havia um rio e três montanhas. Uma paisagem natural magnífica. A seguir veio o tsnunami. De impropérios e de água com lixívia. Aaaaaaaaah, a natureza em todo o seu esplendor neste domingo nojento de outono!!!! Se calhar vou para o vale dos lençóis outra vez. Parece-me a paisagem natural mais reconfortante neste momento.

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