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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mateus, o papagaio

Ontem ao jantar, o Mateus insistia em fechar a boca. Não queria comer. O costume, porque cedi no lanche tardio, feita burra.

Comecei a bufar. "Come, Mateus". "Abre a boca, Mateus". "Vais de castigo, Mateus".

Às tantas, ele exclamou algo que já deve ter-me ouvido dizer mil vezes:

- Mas que desespero! Que de-ses-pe-ro!

Estive uns 5 minutos a rir para dentro

 

 

Hoje, a caminho da escola, vimos um carro da polícia.

- Olha! Um carro da polícia! - alertou, de dedinho em riste.

- Pois é! - concordei eu.

- Oh... está como o do Mateus... - disse, de olhar desolado.

- Como o do Mateus? Como assim?

- Sem pilhas. Não faz ti-nó-ni. Está sem pilhas.

 

 

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