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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mateus, dois anos de aventuras

Na semana passada estive a fazer uma formação de edição de vídeo.

Foram 3 dias intensos, das 10h às 17h, em que saí de lá com os olhos em bico e a cabeça cheia de informação. Acho que há anos que não dormia tão bem como nessas noites.

Agora... é treinar. Treinar, treinar, treinar. Falhar muito, acertar algumas vezes.

Esta é a minha primeira obra, feita com vídeos que fui encontrar aqui no meu arquivo. 

Está muuuuuito amador, cheio de falhas que consigo detectar (algumas depois de já ter publicado o vídeo, outras quando ainda o estava a fazer mas já naquela fase em que não me apetecia mexer-lhe mais), e de certeza centenas de outros erros e imperfeições que não detecto por não perceber do assunto.

Seja como for, estou orgulhosíssima porque o meu nível de infoexclusão é considerável. Sou aquela pessoa que consegue embrulhar o computador a ponto de quem percebe perguntar "mas o que é que você fez para aqui?" Para não dar asneira, acabo a fazer tudo como com a máquina de lavar a roupa: sempre no mesmo programa, sem espinhas. Ou seja: o Word é a minha casa; o resto são enigmas.

Posto isto, cá está a minha primeira obra. Rudimentar, é certo. Mas uma espécie de milagre (quem me conhece sabe como me irrito e mando tudo pró caraças quando não percebo as coisas tecnológicas - e não as percebo a maior parte das vezes).

De maneira que daqui para a frente... Hollywood me aguarda! (ou então não).

 

 

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