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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mada: a contornar problemas desde 2009

Jogámos às escondidas antes de irmos para a cama. Uma vez cada um a contar e a procurar os outros. Risota geral. Depois, beijos a todos nas respectivas camas. Hoje não há histórias lidas porque, com as escondidas, ficou muito tarde.
A Madalena aparece na sala várias vezes. Primeiro, porque jura a pés juntos que eu não lhe dei um beijinho de boa noite. Eu dei, mas ela insiste. Volto a dar. Passado um bocado, volta a aparecer. Dessa feita, foi o pai que supostamente não a beijou. Novo beijo. Daí a pouco, regressa. Que não sei quê. E que não sei que mais. E mais uma vez. E outra. E outra. O pai começa a perder a cabeça. Dá-lhe um grito. À quinta ou sexta vez pede para que seja eu a zangar-me. Zango-me. Ela sai de cena, de cabeça baixa e a arrastar os pés. Agora, acaba de tornar a chegar aqui à sala. Vinha com dois bonecos na mão. E disse:
- O panda e a boneca estão muito tristes.
- Então porquê, diz lá.
- Porque querem ficar aqui com vocês.
- Então deixa-os cá e pira-te para a cama.
- Nãooooooo! Eles querem ficar com todos! Com a família!
- Ah, mas isso é impossível porque o Manel e o Martim já estão a dormir!
- Pronto... mas eles não se importam de ficar só connosco: o pai, a mãe, e eu. Aqui na sala.

(a lata, senhores... A lata!)

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