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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Lamento

Mas não compreendo a defesa acérrima dos polícias que bateram nos jornalistas ou que foram violentos para cidadãos que não tinham armas escondidas nem aspecto de perigosos assassinos.
Não percebo. Se houver um jornalista que seja um filho da puta eu não virei para a praça defendê-lo, cegamente, como se toda a minha «classe» estivesse a ser enxovalhada. Como se fosse uma ofensa pessoal. Não me verão bramir e rosnar sobre «nós, os jornalistas, que tanto fazemos pela nação!» se houver um jornalista crápula que denigra a minha classe. Ora essa! Sei muito bem que há por aí muito jornalista que não merece o ar que respira!
Desculpem mas isto não faz sentido nenhum. Não me ouvirão dizer que todos os polícias são umas bestas (até porque tenho polícias na família). Mas que há quem vista a farda e empunhe um cacetete e abuse disso... isso já me ouvirão dizer. Porque é verdade. É que, por muito que isso vos custe, há gente boa e gente má em todo o lado. Até há santos padres que violam criancinhas, vejam bem!

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