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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Já estive mais longe de os embrulhar em plástico de bolhas

Ontem fomos à consulta de ortopedia com o Martim. Há 6 semanas (mais coisa menos coisa) fez uma entorse grave do ligamento cruzado anterior e um edema ósseo no joelho e anda a fazer fisioterapia 3 vezes por semana. Já aqui expliquei que faz em casa, com a Fisiolar, e não me canso de dizer bem deste serviço porque não há nada mais cómodo do que recebermos tratamento no conforto da nossa casa, na nossa cama, perto das coisas que nos fazem sentir seguros. Ainda para mais numa casa onde há tantas crianças e actividades e cenas, ter de ir três vezes por semana a uma clínica para isto era fazível, claro que sim, mas era mais um transtorno nas nossas vidas já de si agitadas. Vou por isso falar destes senhores até que a voz me doa (no caso os dedos). Bom... mas voltando à história de ontem, lá fomos, a ortopedista satisfeita, sim senhor, já ganhou massa muscular, sim senhor já se notam melhorias, tudo segue o rumo certo, pode largar as canadianas, continuar com a fisioterapia e quer vê-lo daqui a 6 semanas (ou seja, mais um mês e meio longe do futebol).

Saímos do hospital, vim a casa, fiz duas ou três coisas e eis que ligam da escola da Mada.

- Estou? É a mãe da Madalena?

Uiiiiiii. A pessoa logo a imaginar vísceras espalhadas pelo recreio, óssos de fora, cabeças rachadas com massa encefálica a apanhar humidade. 

- Siiiiiiim??????

Então o que era? Pequena criatura pôs a mão numa porta e os amigos, que não sabiam que ela lá tinha deixado a mão, começaram a tentar fechá-la. Como havia qualquer coisa (a mão da Mada) a impedir o fecho da porta, eles insistiam e insistiam. Ela bem gritava mas... gritos é o prato do dia numa escola, verdade?

Conclusão: tinha a mão com um vergão enorme, todo roxo, inchadíssima, e não mexia os dedos.

Ahhhhhhh, que bom.... mão partida a quatro dias de irmos de férias. Mesmo o que estávamos a precisar todos.

Voltei ao hospital de onde tinha saído nem havia meia hora, lá fomos para o raio-x (nunca consigo evitar a gargalhada quando os médicos me perguntam "sabe onde é o raio-x?"), e felizmente não estava nada partido! Só dorido e pisado da violência com que a porta andou para ali a bater.

São tão queridas as crianças. As minhas, então, são a-mo-ro-sas. 

MeghanTanseyWhitton-0776.jpg

 

 

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