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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Irfilha

Ontem a minha irfilha fez anos. 27 anos. Como pode? Lembro-me tão bem do dia em que ela nasceu. Queria tanto ter uma irmã que nem conseguia respirar bem, ao subir as escadas da Cruz Vermelha. Quando a vi, achei-a a coisa mais linda que o mundo podia ter. Amei-a como só se amam os filhos, apesar de ter 11 anos e ainda pouco discernimento sobre os sentimentos maternais. O que soube, logo, foi que aquele ratinho cabeludo tinha entrado no meu coração para não mais sair.
E assim continua.
Apesar de, às vezes, me apetecer dar-lhe umas palmadas, tal como se dá aos filhos, continuo a amá-la da mesma forma. Apesar de estarmos longe, fisicamente, continuamos perto. E, por isso, ontem foi um dia especial, apesar da distância. Parabéns, irfilha. Cá te espero, no lançamento do Cocó, esta sexta. Chuac!

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