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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Habemus homem

Correu tudo bem. Quase tudo.
O homem acordou com muitas dores de estômago, administraram-lhe 4 doses de fármacos distintos na veia e o homem a contorcer-se e a sussurrar que não aguentava, eu a ficar inquieta, dentro do meu cérebro digladiavam-se o lado racional (calma, isso é normal, afinal de contas foi um órgão que se foi, estiveram e mexer aí dentro, sossega) e o lado irracional e pessimista (pronto, perfuraram-lhe o estômago, vai começar a vomitar sangue não tarda nada e depois será tarde demais e eu vou vê-lo morrer aqui mesmo no recobro), e a luta pendia cada vez mais para o lado choné à medida que o homem garantia não aguentar mais e sobretudo quando o enfermeiro mais querido de todos chegou e disse: hummm, depois de tanta coisa que já lhe demos se continua com dores não é normal. Pronto. O lado racional foi vencido por knockout. Mandaram-me sair, larguei-me num choro sem vergonha, e achei que era o fim da vida, tal como a conhecia.
Felizmente, a coisa acalmou. As dores passaram, agora restam apenas as dores normais de um corpo que foi mexido. Daqui a pouco tem alta. 
Obrigada a todos os amigos, incansáveis nas mensagens, nos telefonemas, no carinho. Obrigada aos que vieram cá ontem visitar o doente, a um dia da semana, com crianças a cargo. Obrigada a vocês, que estiveram aí desse lado.

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