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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Gaba-te (e lixa-te) cesto

Ah, gabaste a sorte? Ah, disseste que dormiste e não sei quê? Ah, que filhos tão queridos que deixaram a mãe dormir uma noite inteira? Então toma lá que é para aprenderes! Esta noite pequena Mada tossiu TODA a noite. Mas mesmo toda. Não houve uma meia-hora em que tivesse havido silêncio nesta casa. Cof, cof, cof toda a noite. Uma tosse mesmo irritante, alérgica, que vinha da garganta e não dos pulmões. A mim, na verdade, dava-me igual de onde ela vinha. Porque resultou como tortura. Sempre que estava a ferrar, cof, quando voltava a fechar o olho, cof, virava-me para o lado, cof, caraças que me estou a passaaaar, cof. Pobre dela, também, que hoje acordou como se tivesse levado com um contentor em cima. O Ricardo foi para o Porto, logo às 7 e tal, de maneira que me coube a alegre tarefa de acordar toda a gente, vestir e dar pequenos-almoços e despachar tudo e levar à escola. Quando entreguei a terceira, sentei-me no carro e suspirei profundamente. Vai já seguir email para a alergologista. A criaturinha está a tomar há mais de um mês o Zyrtec e o Singulair, mas sempre que dá quatro passos mais acelerados fica exausta. E agora isto. Queres ver que o Martim herdou os meus dentes e esta herdou a minha asma? Mas será que ninguém herda coisas boas da mãe? Tipo... pronto, as coisas mesmo lindas que eu tenho. A... cof... deixa ver... e a... cof, cof... pronto. Isso. As coisas boas, virtudes e tal. É só dentes ruins e gatos no peito? Ora, bolas para isto!

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