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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Foi bonita a festa!

O jantar correu lindamente, tirando o arroz, que ficou próprio para construir edifícios. O meu sogro, que adora comida muuuuuito cozida, levou um tupperware com o arroz-argamassa que sobrou. Acabámos por ser 21 à mesa, porque o meu querido Paulo Duarte, o amigo padre que o blogue me deu, veio juntar-se à festa. O Martim adorou tudo mas, antes de adormecer, desabafou a sua tristeza por ter tudo passado tão depressa. "Estive tanto tempo a contar os dias para fazer anos e agora... já foi. Como é que é possível?" Pois é, querido Martim. Passa tudo a voar. Mas hoje vamos para o norte, passar o fim-de-semana, e havemos de cantar os parabéns outra vez, com os tios. E para a semana fazemos a festa com os amigos e, por isso, prolongamos este dia por mais dias, para que não doa tanto a voragem do tempo. 

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