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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Finanças

Estivemos duas horas e meia nas Finanças. Não foi à espera de vez. Foi mesmo a tentar resolver uma divergência que apareceu na entrega do IRS, relativa aos meus recibos verdes. A senhora que nos atendeu, cujo nome infelizmente não fixei, foi inexcedível. Paciente, atenciosa, disponível. Super profissional. Tentou ajudar até onde lhe foi possível. Encontrou dois "gatos" que nos tinham escapado (e pesquisámos até à náusea) mas, ainda assim, o valor não batia certo. Esperámos então uma eternidade pelo chefe da repartição que, em três tempos, resolveu o mistério. Não podem imaginar o alívio que senti. Se ele não tivesse descoberto, esperavam-me muitas dores de cabeça. Enquanto aguardava pelo senhor, traçava os piores cenários na minha cabeça: e se não encontro o problema? Terei de contactar todas as empresas com as quais colaborei em 2012, terei de ir ao banco verificar os extractos para perceber se houve alguma falha, terei de fazer cruzamentos e cruzamentos de dados... e toda eu me encolhia perante tal cenário. Cheguei a ter um mini ataque de pânico - que rapidamente controlei - porque tenho mesmo um problema com tudo o que são números (continuo a dizer que quem trata os números por tu tem MESMO de ser mais inteligente que quem, como eu, fica aterrado com eles).
Por isso, vai daqui um agradecimento ao senhor Manuel Alves, chefe do 6º serviço de finanças de Lisboa, por me ter tirado um gigantesco peso de cima. E outro à senhora (que pena não ter visto o seu nome) que também descobriu dois erros. Eu sei que não fizeram mais do que o seu trabalho. Mas como habitualmente só falamos das Finanças para dizer mal, achei que era importante, apesar da imensa espera, dizer bem.

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