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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Fim-de-semana

Fim-de-semana de estudo mas também de passeio.

Sim, eu estudo com o meu filho do meio, tal como já estudei com o mais velho. Ah, e o trabalho da autonomia? A seu tempo. Há tempos tentei dar-lhe margem para se safar sozinho mas os resultados não foram bons. Fui chamada à escola porque a directora de turma ficou preocupada com os resultados, tão diferentes do que era costume. Quando reunimos, expliquei-lhe o que se tinha passado e ela, com a sabedoria de quem já lida com miúdos há décadas, disse-me: "Se isto aconteceu é porque ele ainda não está pronto para essa autonomia. Se tem a sorte de vos poder ter por perto... então aconselho a que deixem a autonomia para mais tarde."

Foi uma lição, sem dúvida. Estamos sempre a querer apressar a vida, as coisas, os passos. Queremos que eles falem no tempo certo, que aprendam a caminhar num instante, que façam gracinhas, que aprendam a ler, a escrever, que estudem sozinhos. Fazemos comparações com os filhos dos amigos, duvidamos da nossa educação, duvidamos deles, duvidamos de nós. Quando, na verdade, se calhar bastava-nos deixá-los simplesmente crescer ao seu ritmo, tendo-nos por perto quando precisam. Os meus filhos podem contar comigo. Terão o seu tempo para serem autónomos. O Manel, por exemplo, há uns 3 ou 4 anos que não nos pede ajuda para nada e sai-se muito bem. Prova de que soubemos acompanhá-lo enquanto precisou e largá-lo quando percebemos que estava pronto. Um pouco como quando os ensinamos a andar de bicicleta. Não os largamos logo, mas sabemos que não vão precisar de nós a segurar no selim para sempre.

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No domingo almoçámos com amigos e depois fomos ao jardim do Campo Grande, onde eles andaram de barco: rapazes num barco, raparigas no outro. Oito ao todo. Menos o Mateus, que ficou em terra, a ver a aventura dos mais crescidos.

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 Estes oito conhecem-se desde que nasceram e é bom ver como crescem e continuam próximos e cúmplices. 

 

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