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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Festa de arromba: check!

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E pronto. Estão concluídas as festividades do Manel. Depois de termos ido sair só os três, depois da festa com 18 familiares cá em casa, foi a vez de se juntar com os amigos numa casa na Verdizela que arrendámos para o efeito (First In). Na verdade, foram eles que arrendaram: juntaram-se, organizaram-se em termos de massas, fizeram contas, disseram quanto tocava a cada um e lá foram. Nós, os pais, levámos miúdos de carro, outros foram lá ter, e ajudámos a levar sistema de som, bebidas, comidas. O meu único papel foi mesmo o de ter encontrado a casa (ou a casa ter-me encontrado a mim, o que para o caso é indiferente).

A Joana, proprietária da casa, foi espectacular. Explicou tudo (a casa bem carece de explicação porque é gigante), recebeu a malta com imensa simpatia e fez com que todos se sentissem... em casa.

A moradia tem seis quartos, se bem que como dois são em duplex, acabam por ser, na verdade, oito quartos. Ao todo, dormem 21 pessoas. Mas podem dormir mais, se levarem colchões. São mais de 500m2 de área construída, com um pé direito absurdo. Para terem uma ideia, quando a proprietária comprou a casa e quis pintar as paredes da sala... teve de ser com recurso a andaimes! A Joana comprou justamente para rentabilizar: arrenda para fins-de-semana, férias, e até para jantares de Natal. Tem uma sala de estar enorme, com mesa de snooker e um piano de cauda. A sala de jantar tem uma mesa enorme, a cozinha também é gigante e está equipada com tudo e mais alguma coisa. Tem mesa de matraquilhos, ginásio, um jardim enorme, piscina, forno a lenha. Arquitectonicamente não faz o meu género mas isso interessa pouco porque tem tudo o que é preciso para um festão (ou fim-de-semana ou férias com amigos). 

Confesso que estava em pânico. O Manel até costuma ser certinho e tal mas não tenho ilusões, até porque, ao contrário daquilo que parece acontecer com muitos pais, eu já tive a idade dele (e lembro-me!). E uma coisa é o que somos de dia, perto dos nossos pais, outra coisa é o que somos à noite, perto dos nossos amigos. Digamos que por vezes há uma transformação como da água para o vinho (indeed). Ou, usando outra expressão bem conhecida: à noite todos os gatos são pardos (leia-se bêbados). De maneira que eu só conseguia imaginar um ou outro conviva menos tolerante ao álcool a vomitar para dentro do piano de causa ou para cima da mesa de snooker. Também temi que algum se armasse em passarinho, voando do andar de cima para o andar de baixo e aterrando em plena sala. Ou que decidissem ir para a piscina, trêbados. Enfim, toda a sorte de misérias me passou pela cabeça mas o que vale é que é tudo gente como deve ser e correu tudo às mil maravilhas. Como a casa está longe de outras casas puderam pôr música aos berros e dançar até às 6h da manhã. Com a vantagem de poderem dormir até quererem, no dia seguinte, porque... estavam em casa. Foi isso, de resto, o que a Joana e o Pedro nos fizeram sentir: que a casa era nossa (ou melhor, deles, do aniversariante e dos seus convidados). Adorei, adorámos, e estamos clientes. Tenho para mim que ainda vamos celebrar muita festa nesta casa. 😊

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