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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Festa

Fomos almoçar à Pharmácia. Pareceu-nos apropriado, para quem fazia 70 anos. Nada como uma pontinha de ironia para começar bem o dia de aniversário. Mas ela estava triste. Aborrecida. Desanimada. E então pus em marcha um plano de ataque. Enviei mensagem à Cristina a pedir ajuda para um jantar-surpresa. Ela disse que ia mobilizar os outros. Nos entretantos, fomos ao Park tomar um café. E depois viemos para casa. Fiz um bolo. O Ricardo, o pai e o Manel foram à bola. Nós ficámos. Eu a fazer de conta que íamos jantar ali, só nós. A Rita ligou à tia, a dar os parabéns, excelente a disfarçar. Às 20h tocaram à porta. A minha sogra estava na cozinha. Entraram 7 pessoas em silêncio, verdadeira brigada contra a depressão. E depois, na cozinha, desatou tudo a cantar os parabéns. Ela emocionadíssima. Em menos de nada a mesa estava posta para 14 pessoas - nós e os que haviam de vir. E foi uma festa. E ela animou, com aquele sorriso grande de quem está mesmo feliz. E esta família, a que tenho o orgulho de pertencer, mostrou mais uma vez que está lá para os seus quando é preciso.
Obrigada, Cris e Rita, pela mobilização. Obrigada tios.

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