Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Eu mordo

O título foi feito com o intuito de chamar a atenção, está claro. Mas o pior é que é verdade. Não, não… nada temam. Eu não mordo pessoas, assim em geral. Eu mordo-me. É triste, mas verdade. Todas as noites, de há uns valentes tempos a esta parte, acontece sempre isto: acordo cheia de dores na bochecha do lado direito. E porquê? Porque está a ser trincada pelos meus dentes. E perguntam vocês: por que raio fazes tu isso? E respondo eu: sei lá! Estou a dormir, não tenho consciência, acho que são mesmo os meus dentes que têm vida própria e decidem largar a morder o que têm mais à mão (à boca, no caso). Felizmente para o Ricardo, caso contrário ainda era coisa para dar em divórcio.
Basicamente, isto é uma espécie de bruxismo (ranger os dentes durante a noite) falhado. Os meus dentes são tão estúpidos que, em vez de rangerem, não. Mordem a carninha fofa da bochecha. Conclusão? Tenho a parte de dentro da boca toda trilhada, magoada e ferida. Bonito. E agora? Fazer o quê? Durmo com uma bola na boca? Estive a pesquisar e, assim de repente, encontrei algumas possíveis soluções. Não serão muito confortáveis mas… o ser humano é de hábitos, não é verdade? Uma ou duas semanas de sofrimento e já estarei totalmente acostumada à minha nova forma de dormir.


11 comentários

Comentar post

Pág. 1/2