Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Sim, confesso, eu jogo nas bombas de gasolina

É um jogo fácil, barato (depende, se atestar o meu automóvel não é assim tão barato) e não dá milhões. Na verdade, não dá porra nenhuma, só se for uma ligeira irritação (quase sempre) ou uma alegria parva e breve (raramente).

Falo-vos de quê? De acertar na quantidade certa de gasolina que queremos pagar. Sim, eu sou daquelas que não mede o combustível que mete no carro por litros mas sim por euros. Quero pôr 7 euros na mota, quero pôr 50 euros no carro, e é isto. Mas - e é aqui que entra o jogo - eu não quero pôr 7,01€; eu não quero pôr 50,01€. Eu quero pôr a quantia certa. E isso, meus caros, é um desafio. Um momento de perícia. Um instante de destreza. A frustração ou o contentamento subsequentes são fugazes, mas aquele ápice em que acerto ou falho é intenso. Falho quase sempre, tenho de confessar. Estou ali, com jeitinho, de mangueira na mão, a libertar apenas quantidades mínimas de combustível para bater no número redondo e, no final, tau! Mais um cêntimo. Por vezes, mais dois cêntimos (são momentos difíceis, esses, em que falho e logo por 2). Creio que as bombas de gasolina têm as máquinas viciadas, como alguns casinos. Só isso pode justificar tanto falhanço. 

Mas eu continuo a tentar. 

Hoje pus 7 euros na mota.

Minto. Pus 7,01€.

Fiquei puto da vida. Mas só durou 2 segundos.

gasolina.jpg

 

42 comentários

Comentar post

Pág. 1/4