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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Enigmas, vinho, vieiras (e pinturas faciais)

Os nossos primos e afilhados e padrinhos e amigos e vizinhos (são tudo e mais um par de botas) fizeram anos de casados. E como já andam nisto há 13 anos, é preciso alguma dose de imaginação para lhes dar um presente que os surpreenda.

Assim, pedimos-lhes que estivessem prontos às 18.15h à porta do seu prédio.

Nós fomos buscar um carro alugado (daquele serviço novo que tem carros espalhados por toda a cidade e basta ter a aplicação e... já está) e aparecemos de Mini Cooper à porta deles, para os apanhar. Ok, podíamos ter alugado uma limunisna, tinha sido mais tcharan, mas assim já foi diferente, que era o que se queria.

Estacionámos perto da próxima paragem. E onde fomos? Ao Puzzle Room Lisbon. Já lá tínhamos ido uma vez, com outros amigos, mas desta feita não se tratava de ficar fechado dentro de uma sala e tentar sair resolvendo enigmas. Desta vez fomos experimentar uma coisa nova que eles têm e que se chama "Street Escape Room". Como o nome indica, trata-se de andar pelas ruas a recolher pistas e a resolver enigmas. E foi tãoooooo giro!

Deram-nos um ipad, um cronómetro, e lá fomos nós à nossa vida. A recolher QR Codes, a fazer cálculos, a decifrar mistérios. O objectivo era travar um louco de espalhar um vírus mortal que contaminasse Lisboa inteira. Tínhamos 60 minutos para o fazer. Andámos rua acima, rua abaixo, a olhar para cima, a olhar para baixo, de tal maneira que chegaram a perguntar-nos se precisávamos de ajuda (e nós com o nosso ar aterefadíssimo: "Não, não, obrigada, estamos à procura de pistas, é para decifrar um enigma..." Chalupas!!!). Bom, e não é que conseguimos (depois de um sprint maluco) resolver o assunto em 59 minutos? Aaaaaaaaah, mesmo à queima! Pareciam aquelas cenas do Mcgyver ou dos 007 desta vida, em que o herói salva o mundo no segundo final. Foi um bocado assim que me senti, sendo que ali era tudo fantochada.

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A seguir, como ainda tínhamos tempo antes da hora marcada para o jantar, fomos conhecer O Bar da Odete. Fica ali nos Restauradores e é de uns amigos (um dos sócios foi o meu director na Time Out Lisboa). E que giro que é. Tão giro, com a sua montra cheia de presuntos, e um bar que faz um bocadinho lembrar uma botica antiga. Gosto disso: o vinho como remédio. Por acaso fiquei com pena de não ter bebido um copo de vinho tinto. Apostámos na sangria, que estava boa, mas fiquei a achar que devia ter escolhido um bom copo de tinto, que condizia melhor com o lugar. Fica para a próxima!

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Para terminar bem a noite, jantar no Olivier Avenida. Eu sei. Eu sei que somos um tanto ou quanto repetitivos. Mas nunca lá tínhamos ido com estes primos e gostamos de levar os nossos queridos aos sítios de que mais gostamos. Afinal, em equipa que ganha não se mexe, não é como se costuma dizer? E, claro, não nos desiludiu. Entre a picanha de Kobe, um magret de pato, as vieiras gratinadas e um pregado com molho de limão... estava tudo divino. O Olivier, como sempre, apareceu para perguntar se estava tudo bem e eu começo a achar que ele tem o dom da ubiquidade, porque a qualquer dos restaurantes dele a que eu vá... ele está lá! Deve ser (também) esse o segredo do seu sucesso.

Por casa... a minha filha Madalena fazia a vida negra à babysitter Mariana. 😳

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