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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

E é isto

Sair da praia às 20.30. Ver o sol quebrado, ao fundo. Inspirar aquele perfume único do mar e da ria. Ver um dos nossos adormecer, ao colo da mãe, a meio de uma frase. Sentir a pele quente e o corpo moído dos mergulhos e das brincadeiras. Jantar às dez e tal da noite e perceber o bem que o atraso faz ao apetite dos miúdos. Saber que amanhã será parecido. Uma vida sem pressa, sem afazeres, sem horas para nada. Bom. Mesmo bom.

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