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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Dia das bruxas - que las hay...

Estava toda contente por ter deixado uma bruxinha na escola, orgulhosa da sua cara verde, o chapéu em bico e a sua varinha mágica de abóbora com luz quando, a fazer a rotunda, apanho um anormal que entra a abrir, sem qualquer noção das prioridades. Eu, que não sou de me ficar, buzinei-lhe. Ele, que deve ter pouca tolerância a ser admoestado por condutores do sexo feminino, decidiu então fazer a boa acção do dia: travou a fundo e parou. Eu, que podia esperar tudo menos aquela travagem sem motivo, enfaixei-me nele. Por trás. Acho que não preciso de vos dizer o estado de nervos em que fiquei. Baby M também não apreciou o embate, porque deu mais piruetas que nunca e deixou-me cheia de contracções e muita vontade de vomitar.
A coisa resolveu-se civilizadamente, embora para vos ser franca me apetecesse ser tudo menos civilizada para com uma besta destas.
Já passou. Foi só chapa, felizmente. Podia ter sido grave mas não foi, é nisso que tenho de pensar.
Agora vou ali desmoronar no sofá, a ver se sossego o bicho, que está com soluços desde então.



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