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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

De peru para… galinha, vá

Hoje estou bem menos peru que ontem. O que vale é que assim como me dá também me passa depressa. O treino de ontem foi absolutamente demolidor (o Pedro trouxe um step, uma corda para saltar, e um TRX demoníaco) e julguei que hoje não me levantava (e era desta que ele ficava à porta). Mas… surpresa das surpresas, hoje acordei moída mas já sem gemer quando me levanto ou sento, já sem aquela sensação de febre, de gripe e de sono. Creio que o meu corpo já principiou a aprender que a vida dele mudou. As dores musculares vão passando à medida que os músculos são constantemente submetidos ao esforço.
Ontem, ao fim do dia, tive uma reunião na escola de futebol dos miúdos, para que os pais decidissem a que torneio de verão queriam que os filhos fossem. A participação no torneio, que dura uma semana, implica inscrição, implica deslocações, alimentação e há ali claramente quem não tenha possibilidades para isso. A ideia é, então, fazer bolos, salgados, rifas para vender em dias de jogos em casa, para se conseguir juntar um valor que, para muitos, parece uma miragem. E eu acho, cada vez mais, que a ida dos miúdos para ali só lhes pode fazer bem (tirando, talvez, a profusão de palavrões por minuto que os pais atiram ao árbitro em cada jogo - no último jogo acho que até o Ricardo aprendeu alguns novos).




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