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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Damien Hirst

Não sei explicar o que senti quando vi a exposição deste brutal artista britânico. Já conhecia o trabalho dele mas ver assim ao vivo foi mesmo fenomenal. Toda a sua obsessão pela dualidade vida/morte, saúde/doença tem muito que ver comigo, com os meus dramas internos.
A instalação «Farmácia», o cinzeiro gigante como metáfora dos despojos que somos no fim (ele chamou-lhe Crematorium), as vacas cortadas ao meio (Mother and child divided) como forma de representar justamente essa dualidade, a cabeça de vaca dentro do aquário cheio de moscas e o mata-moscas eléctrico a simbolizar todo o ciclo da vida... adorei tudo. E o que dizer da sala das borboletas a voar por todo o lado? Simplesmente genial.






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