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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Crescer é mágico (e ver crescer é único)

A Mada vinha doida com a escola nova. Que é grande, tão grande que até se perdeu, que é bonita, que tem uma biblioteca tão gira, que já fez imensas amigas (e reforçou o género, como se me deixasse particularmente feliz o facto de não se ter juntado só aos rapazes, como é costume), que foi mesmo engraçado terem-se dado logo todas tão bem, que o almoço foi óptimo (óptimo, mãe, nem sabia que se podia comer tão bem na escola!), que vai ter um cacifo, que isto, que aquilo. Comovente vê-los crescer, só vos digo. É indiferente termos um filho, dois ou quatro (ou dez, suponho). É sempre mágico ver como ganham asas, como observam e analisam e intuem o mundo que os rodeia e o mundo, propriamente dito. É bonito de ver. Tem dias em que é custoso. Dói. Já não são os nossos bebés. Já não precisam de nós para tudo. É bom, é gratificante, é espantoso. Mas também é confuso (como assim, já não precisam de nós para tudo?). Tenho tanta sorte e agradeço, se não todos os dias, seguramente todas as semanas. Tenho tanta sorte de ter quatro vezes o privilégio de assistir e participar no crescimento de quatro seres humanos. Cada um numa etapa da vida, umas vezes com mais sucesso, outras com menos, umas vezes com alguns percalços pelo caminho, outras parecendo que o caminho é uma brincadeira de crianças. Sou absolutamente grata. 

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