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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Corrida do Tejo

Apesar de nos termos deitado às duas da manhã, por culpa de uma farra valente, acordámos às 8.30 da matina, arranjámo-nos e lá fomos para Algés. A caminho, chovia bastante e eu comecei a preparar o meu corpinho ainda quente da cama para a senhora molha que se seguiria. Afinal, como que por magia, mal estacionámos em Algés parou de chover.
Começámos muito bem, a 5.15, naquele entusiasmo típico do início das corridas, em que quase todos nós, maçaricos, achamos que somos um queniano que vai papar aquilo tudo sem pestanejar. Depois, os quilómetros passam e a pica vai decrescendo, sobretudo com as subidas, ó valha-me santa Engrácia.
Quando vislumbrei os 5 km pensei: como é que ainda vou correr mais 5?
Corri. Em alguns momentos num esforço pré-morte, noutros numa passada bem rápida. O meu momento de glória? Ultrapassar a Rosa Mota. Juro! Claro que ela estava a correr com o neto (e devia estar com ganas de largar o miúdo e desatar a dar corda às pernas como nos velhos tempos) mas aquela ultrapassagem fez-me dar um boost como se estivessemos as duas a competir (parvoíces, o que é que querem?).
Feitas as contas... cortei a meta passada 1 hora, 7 minutos e 3 segundos, ou seja, em 6973º lugar da geral.
Basicamente dói-me tudo. Mas estou satisfeitinha da silva. E já a pensar na Corrida do Jamor e na de São Silvestre.

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