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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Como devíamos cheirar mal

Sempre que saio à noite, nem que seja só para jantar fora em alguns sítios onde se pode fumar, fico impressionada com o fedor da minha roupa, no dia seguinte. E dos meus cabelos. E da minha almofada. Vai tudo para lavar, que é um tiro. Ontem, voltou a acontecer. Fui a um restaurante jantar e hoje, quando acordei, parecia que tinha estado no Tokyo até às 5 da matina. Um cheiro a cigarros como se tivesse mergulhado num cinzeiro cheio. Um nojo.
Lembro-me de quando se podia fumar em todo o lado. Do que me custou adaptar-me à redacção do Diário de Notícias, onde chegava a haver um nevoeiro denso, da quantidade de fumo que pairava no ar. Eu, asmática, penei mesmo. Depois habituei-me. Tal como agora. Habituei-me a cheirar sempre bem e não suporto o cheiro a cigarro que se cola à roupa. Caramba, nós devíamos cheirar todos mesmo mal, antes de ser proibido fumar na maioria dos sítios fechados.

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