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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Coimbra 💗

Fomos para Coimbra na sexta. Os mais velhos ficaram em casa, com a supervisão da avó, os mais novos foram connosco até Aveiro, para ficarem com os tios e primos. Depois de os deixarmos, seguimos para a cidade dos estudantes, e jantámos no Tapas nas Costas. Não conhecíamos, ninguém nos recomendou mas tivemos sorte e gostámos muito. Procurei no Google, durante a viagem, não nos apetecia nada muito farta-brutos e encontrei aquele restaurante que me pareceu giro e com petiscos bons. Acertámos na mouche. Fomos bem atendidos, bem servidos e o preço recordou-nos que não estávamos em Lisboa. Dali seguimos para a Quinta das Lágrimas, o nosso destino final. Já não passávamos um fim-de-semana na Quinta das Lágrimas há uns bons anos. Não sei quantos mas bastantes. E que bem que soube. Aquele sossego, a beleza do palácio (construído no século XVIII mas com arquitectura do séc.XIX porque foi reconstruído depois de um incêndio), a fauna exótica que faz com que os jardins sejam verdadeiros jardins botânicos, já para não falar da própria história de amor de Pedro e Inês, tão bonita e tão triste.

Foi um fim-de-semana mesmo bom, a dois. Algum silêncio, entrecortado pelo entusiasmo partilhado de muitos projectos para o novo ano que, mesmo que não se concretizem, já nos deixam com aquela sensação de estarmos vivos e a fervilhar, que sabe tão bem. Lemos, namorámos, recebemos uma massagem em simultâneo na sala "Pedro e Inês", passeámos de mão dada, tomámos vinho no roof top do Sapientia (e conhecemos o André Sardet e a mulher, simpatiquíssimos), lanchámos à lareira de volta à Quinta das Lágrimas, pedimos room service para o jantar de sábado, almoçámos na esplanada do Loggia no domingo (um restaurante com uma vista linda no Museu Nacional Machado de Castro). Na Quinta das Lágrimas há um saber cuidar que relembra tempos idos. A pessoa sente-se mimada, bem tratada e rodeada por uma serenidade que alivia a alma. Não ficaremos tanto tempo sem voltar. 

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Fins-de-semana a dois fazem bem a tudo. Aos pais, sem dúvida, mas também aos filhos que podem ter descanso dos pais (que, como todos sabem, podem ser muuuuito maçadores).

 

 

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