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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Clube de Leitura: o próximo é dia 26 de Janeiro!

Estou cheia de vontade de retomar estes nossos maravilhosos encontros.

Os últimos tempos não têm sido fáceis, receio que os próximos também não vão ser, mas é fundamental dar continuidade às coisas que nos fazem felizes, que nos dão força e energia, e o Clube de Leitura é sem dúvida uma dessas preciosidades que quero manter.

Assim, espero encontrar o maior número de pessoas no dia 26 de Janeiro (pelo menos as do costume adorava que lá estivessem!), às 19h, na Fnac do Colombo.

 

A Fnac não quer deixar de recomendar alguns livros a todos os leitores Cocó. Ei-los:

Afonso Cruz, Jalan Jalan 

Há precisamente um ano, Afonso Cruz confessava à revista Estante, da FNAC, estar a preparar um livro de não ficção “com muitas histórias de viagens e outras mais pessoais que [foi] vivendo ao longo destes anos de pseudonomadismo”. O resultado deste trabalho é Jalan Jalan – a expressão é de origem indonésia e classifica o ato de passear sem objetivo –, um compêndio com cerca de 650 páginas que reúne crónicas e fotografias a preto e branco resultantes, em grande parte, das muitas viagens que Afonso Cruz fez por todo o mundo.

 

João Pinto Coelho, Os loucos da rua Mazur - Prémio Leya

Depois de, em 2014, ser um dos finalistas do Prémio Leya com o romance Perguntem a Sarah Gross, João Pinto Coelho insistiu e conquistou mesmo este ano o tão almejado galardão no valor de 100 mil euros. Em causa este romance que nos conduz ao passado distante da Segunda Guerra Mundial através das memórias de dois velhos amigos – um livreiro cego e um escritor famoso –, em busca de escrever o derradeiro livro sobre os seus sofrimentos da juventude.

 

Mia Couto, O bebedor de horizontes 

Depois de Mulheres de Cinza A Espada e a Azagaia, Mia Couto dá por encerrada a trilogia As Areias do Imperador com este romance baseado na história moçambicana. “O problema de Moçambique é que o passado é tão recente que está ali à porta”, disse o autor à Estante, por ocasião do arranque da trilogia. “É preciso construir heróis que são gente contemporânea, gente que os avós e os bisavós conheceram.” E foi precisamente isto que fez numa trilogia sem os neologismos que caracterizam grande parte da sua obra.

 

Lagom, a arte sueca para a felicidade 

Depois do fenómeno do hygge (explicado em obras como O Livro do HyggeAlegria Hygge e Hygge: Ser Feliz à Dinamarquesa), eis que nos chega o segredo sueco para a felicidade. Chama-se Lagom e promete ajudar-nos a alcançar um maior equilíbrio físico e emocional através de uma filosofia que privilegia a moderação e que pode ser aplicada nos mais diversos campos do nosso dia a dia.

 

K. Rowling, Uma Vida muito boa 

Não é um novo volume de Harry Potter, nem tão pouco um policial de Cormoran Strike. Também não é um novo romance para adultos escrito em nome próprio. E, no entanto, acaba de chegar às livrarias uma novidade imperdível para os fãs de J. K. Rowling, em particular aqueles que acabam de se licenciar: a transcrição do discurso que proferiu na cerimónia de formatura da Universidade de Harvard. Porque quem disse que apenas George Saunders é capaz de grandes discursos em cerimónias do género?

 

Boas leituras!

Inscrevam-se, por favor, para fazer uma estimativa de quantas pessoas me acompanharão. 

 

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