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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Charters de chineses

Ainda há dias falava aqui da febre dos chineses no imobiliário aqui da zona oriental de Lisboa. De repente, aqui no Parque das Nações, só se ouvem histórias de compras milionárias de chineses, de vizinhos que fizeram os negócios das suas vidas vendendo as suas casas a… chineses, e que os chineses isto e os chineses aquilo, e há cada vez mais placas nas janelas a dizer "vende-se", e sim, já se vêem famílias de chineses um pouco por todo o lado. Mas o que eu não esperava era ir na rua e ver um anúncio de uma imobiliária completamente em chinês. Não percebo uma única palavra, a não ser o nome da imobiliária, e isso inquieta-me um pouco. Estar no meu país, ver um mupi na rua e ficar a olhar para ele como boi para palácio era algo com que não contava.































Ou seja: isto não é brincadeira nem conversa de rua. Eles andam mesmo aí que nem doidos, e vai na volta e ando a perder uma negociata valente, ao não ponderar vender o meu lar doce lar.
Hoje, estava no café, vi um prospecto de outra imobiliária e… tau! Caracteres chineses! Felizmente ainda escreveram as características das casas em português mas a respectiva tradução está lá.

Posto isto, ponho-me a pensar que se calhar devia pôr os miúdos a estudar mandarim. Tenho para mim que o futuro é bem capaz de passar por aí. Bom, quanto mais não seja para se darem com a vizinhança...

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